domingo, 5 de junho de 2011

Plataformas Midiáticas: Apresentação



Plataformas Midiáticas: Apresentação: "Bem vindo ao mundo da convergência dos meios de comunicação! Na verdade, essa frase não se aplica muito bem aqui e agora, já que todos nós ..."


Esse é o meu novo projeto (ou projeto do semestre, como queiram) da faculdade que visa discutir questões voltadas para assuntos sobre transmídia, convergência digital e fazer um panorama desses novos tempos da era digital que é o aqui e agora.

domingo, 29 de maio de 2011

quarta-feira, 27 de abril de 2011


Agora terei mais uma estrelinha a brilhar no meu ceu de saudades...

sábado, 26 de março de 2011

Hino à amizade




"O lance está no fraseado, sua interpretação de "A little help from my friends" acaba com a dos Beatles. A versão deles se torna irrelevante. Ele entendeu o significado da canção. Ele põe tudo para fora aos berros. É um maldito ator. Trata da música de maneira soberba, se perde na letra, mas tem uma compreensão profunda do significado e se deixa levar completamente. Muita gente me disse que assiste à música várias vezes, como uma experiência única, porque ele é interessante demais de se ver. Tocando guitarra no ar, torcendo o pé como se fosse cair, cambaleando, o suor pingando - uma performance verdadeiramente fenomenal. Tem gente que precisa de um monte de tralhas para ser notado. Mas uma interpretação daquelas? O que precisa? Só dele. Ele faz tudo, está dentro daquilo. Ele é um bom exemplo de porque a música dos anos 60 e a década de 60 duraram e presumivelmente vão durar para sempre. São performances e músicas verdadeiramente emotivas, comoventes e fundamentais."

Michael Wadleigh, diretor do documentário sobre Woodstock vencedor do Oscar.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Abre a porta, felicidade...

...e vai entrando!!!!

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Mayralicença

O melhor, até agora, das minhas férias.

Em dois dias li essa Odisseia que há muito já aguardava um momento em minha estante. A primeira impressão ao abrir a primeira página foi: "ma que que é isso?", o texto estava todo em verso. É, Moraes Moreira, meu amigo. Com um pouco de receio (afinal de contas, esperava por uma intensa prosa), embarquei na viagem. E após muito arrepios, risos e lágrimas separei algumas palavras de Moraes destacadas lá, aqui:

"Quem sabe leva na manha e sempre vence a batalha."


"Quem sabe não era hora
De rever certos conceitos
De repensar atitudes
Botar o orgulho pra fora
Reconhecer os defeitos
Valorizar as virtudes"


"Existe algo inerente
À natureza humana
Que não é só unidade:
- Pode pensar diferente -
A vida seria insana
Não fosse a diversidade"


Eu sonhei que fazer arte
Era como fazer parte
Do todo, do absoluto
Ser pleno no plano do eu
Que está na palavra Deus
Eu sonhei por um minuto,
Mas meu sonho na verdade
É tornar realidade
Essa nossa vocação
Sem alimentar o ego
Pra não ser um guia cego
Conduzindo a multidão

("Ser artista")



Chorar é preciso
(gravada por Fagner)

Dizem que o homem não chora
Na vida eu penso
Por isso mesmo é que agora
Quero encharcar o meu lenço,
Deixar rolar pelo rosto
Todo pranto contido
Sentir da lágrima o gosto
Chorar por todos os sentidos

Dizem que não chora o homem
Penso na vida
Chora e chora pela fome
E pela comida
Por tudo que tem direito
E o tempo todo teria
Até ver os nós desfeitos
Só chorar de alegria

Molhar a terra e o pano
Pela guerra e pelo ser humano
Chorar na minha
Num choro de Pixinguinha,
Por emoção por prazer
Chorar de rir de sofrer,
Chorar é bonito
E não faz vergonha
Eu só acredito
No homem que chora e sonha



Onde me procuro me acho
No traço e na cor dos demais
Debaixo da pele, debaixo
Nos descobrimos iguais

(Culturas e religiões, parceria com o filho Ari Moraes)


Não se assuste pessoa
Se eu lhe disser que a vida é boa
(...)
Eu sou amor
Da cabeça aos pés

("Dê um rolê", com Galvão)


Felicidade é uma cidade pequenina
É uma casinha é uma colina
Qualquer lugar que se ilumina
Quando a gente quer amar

("Pão e poesia", com Fausto Nilo)



domingo, 21 de novembro de 2010

Cumpleaños


Fazer aniversário é ter quinze minutos de fama: todos os olhares conhecidos voltados para você. É receber carinho esperado e inesperado quando mais se espera. É ter a oportunidade de fazer uma análise sobre os seus ... anos de vida, o que, necessariamente, inclui a análise de pessoas (as que continuam, as que não continuam, as que acabaram de chegar, etc.). É esperar muita coisa e nada, ao mesmo tempo.

Não são os presentes (na maioria das vezes) materiais que fazem a diferença. E sim o fato de que, com tanto carinho, a estima elevada permite-nos visualizar com mais clareza os desejos e certezas para o futuro. Por experiência própria: melhor momento para por a cabeça no lugar e pensar a vida com amor não há.

O aniversário de nascimento nos tira do anonimato em que estamos inseridos no cotidiano. Nos sentimos especiais, além dos demais. É a mesma coisa que acontece com as datas comemorativas em geral: alimenta nosso ego individualista. Mas o aniversário tem algo especial: as energias do universo estão todas, positivamente, voltadas para você. Celebrating.

Dizem alguns que é o início de um novo ano para o indivíduo, dizem que é o fim do inferno astral. Ideologias à parte, é quando podemos "olhar pra trás com gratidão e pra frente com fé". Quem dera poder fazer aniversário todos os dias. Ou melhor: será que consigo renascer todos os dias com gratidão e fé? That is the question...

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Cá entre nós...

Entre nous
(Rush)




We are secrets to each other
Each one's life a novel
No-one else has read
Even joined in bonds of love
We're linked to one another
By such slender threads

We are planets to each other
Drifting in our orbits
To a brief eclipse
Each of us a world apart
Alone and yet together
Like two passing ships
Just between us
I think it's time for us to recognize
The differences we sometimes feared to show
Just between us
I think it's time for us to realize
The spaces in between
Leave room
For you and I to grow

We are strangers to each other
Full of sliding panels
An illusion show
Acting well-rehearsed routines
Or playing from the heart?
It's hard for one to know

We are islands to each other
Building hopeful bridges
On the troubled sea
Some are burned or swept away
Some we would not choose
But we're not always free

Tradução aqui

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Comentários (atrasados) das Férias - Documentários

Continuando a saga dos comentários/impressões do que vi-ouvi-senti nas férias, agora os documentários...


'The Pink Floyd and Syd Barrett Story' -
É de chorar. Eu chorei, de verdade. Vale a pena conhecer a história de uma das bandas mais significativas do cenário rock mundial. Pink Floyd fez história e Syd Barrett foi o personagem principal. Apesar dele ter sido o fundador, confesso que não o conhecia, na verdade não sabia muita coisa sobre a história da banda, me limitando somente às músicas e principais álbuns. No entanto, depois do documentário me interessei. Não só pelo aspecto histórico, mas por toda filosofia que cerca a banda e também a vida de Syd Barrett. A verdade é que o filme é totalmente dedicado a ele (o grande elo entre Gilmour e Waters). É certo que também ressalta muito bem o momento do surgimento e ascensão do Pink Floyd, que está, inevitavelmente, conectada à história de Barrett de alguma maneira. Até depois da saída da banda (por problemas - sobretudo psicológicos - decorrentes do consumo exagerado de drogas), Barrett esteve presente na jornada Floydiana, visto que fez parte dos principais sucessos, tais como 'Shine on' e 'Wish you were here', os quais foi a inspiração dos autores. São depoimentos emocionantes, vale a pena conferir.



'YOUNG AT HEART: Rock 'N Roll will never die' -
Porque todos nós vamos ficar velhos um dia (ou não...). O documentário é repleto de velhinhos adoráveis cheios de histórias e lições de amizade e superação, embaladas pelo som do rock 'n roll. Porém, além de nos fazer rir, também emociona, uma vez que fala da morte, da perda que, mesmo natural, é sentida e sofrida por todos. Anyway, logo de cara, o doc começa com a queridíssima Eileen Hall (uma das mais idosas do grupo na época das filmagens), cantando o clássico do punk inglês "Should I stay or should I go" (The Clash). Gargalhada na certa por conta da interpretação. Em seguida, o filme vai narrando o cotidiano do grupo, durante os ensaios até a apresentação (que é um sucesso). E nesse período muitas coisas engraçadas e tristes acontecem. É uma lição, recomendo mil vezes!



It Might Get Loud -
All about guitar! O documentário foi feito para aqueles que amam esse instrumento que é a essencia do rock 'n roll. O encontro de três nomes da guitarra, Jimmy Page, The Edge e Jack White, cada um com um estilo peculiar, representando uma geração, fará com que seus olhos não pisquem nem um minuto, como aconteceu comigo. Cada um vai traçando, no decorrer do filme, além da história, a sua própria experiência com o instrumento: o que desencadeou a simpatia, o início, as influências musicais, as experiências, os reflexos, etc. É super interessante e é válido principalmente porque Page está nele. O mestre se mostra benevolente, sábio e aberto aos outros estilos, como se fosse um jovem aprendiz atento a todos os tipos de conselhos, mas que, no entanto, é quem dá a palavra final. The Edge divide suas experiências com a guitarra e sua técnica inovadora, as camadas de efeitos, tão característica e que distingue o som do U2. Como um pai, é a base, funciona como um ponto de equilíbrio desse encontro barulhento. E finalmente, o pequeno Jack White consegue disfarçar bem a alegria de estar ali com o mestre e faz o seu blues-barulho-pirracento para mostrar a que veio. E reafirmar o que declara no início: "Vou enganar os dois, e só. Para me ensinarem todos os seus truques". Assistam!

Clique na imagem para ver o trailer!
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